Quando o assunto é pancadaria, este foi um ano muito bem servido. Super-heróis vindos dos mais distantes universos e com os mais variados superpoderes, vilões histriônicos ou classudos, muito tiro, porrada e bomba nas nossas séries favoritas.

Claro que uma lista com apenas 10 é limitadora e injusta. Muitas outras boas séries ficarão de fora. Então, não esqueça de acrescentar lá embaixo no campo de comentários quais incluiria na lista.

Considerando na mesma categoria as séries de ação, suspense e de heróis, separamos o nosso top 10 aqui, na terceira parte da Retrospectiva 2015 do SeriExpert.

Vai encarar?

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Demolidor

A primeira série da parceria Marvel e Netflix pôde mostrar que o casamento entre o maior portal de streaming e o universo dos super-heróis seria frutífero. Saindo um pouco do cenário pipoca das séries que tomaram conta da TV americana, Demolidor teve uma proposta mais séria, humana e realista para retratar as aventuras do defensor de Hell´s Kitchen. Numa Nova York em reconstrução depois dos acontecimentos retratados no filme dos Vingadores, a trama mostra um advogado tímido, sério e boa-praça, que, apesar de cego, contava com um aguçada capacidade sensorial e forte vocação para as artes marciais. A série reconstruiu a mitologia do herói, criando um personagem humano e sensível, ao mesmo tempo forte e implacável para defender seu bairro e a cidade dos novos e oportunistas vilões.

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Hannibal 

A terceira temporada de Hannibal foi apenas perfeita. Com episódios emblemáticos, a série se tornou cada vez mais impressionante, inovando em estética e fotografia, mantendo a intensidade de texto e atuações em igual força. A obra prima de Bryan Fuller, prematuramente encerrada com o cancelamento da série, certamente marcou a TV e mostrou a capacidade de criar produtos de alta qualidade e refinamento para a televisão. Richard Armitage (O Hobbit) abrilhantou o último ano da série.

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Blindspot

Não há dúvidas de que Blindspot veio para ficar. A série policial é cheia de mistérios e suspenses, compondo aquele tipo de quebra-cabeças que todo espectador gosta. Não é a toa que a série mal estreou e já teve seu número de episódios ampliados e, na sequencia, a renovação confirmada. O piloto começa quando uma mala abandonada é encontrada na Times Square, coração de Nova York pelo esquadrão anti-bombas americano. O aviso de “Chame o FBI” é seguido, mas em vez de explosivos ou alguma ameaça terrorista, uma mulher nua com o corpo completamente tatuado e desmemoriada estava lá. Bem ao estilo Prison Break, as tatuagens levam a fragmentos de um grande mistério.

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Vikings

Não dá para negar que eles não são exatamente mocinhos, mas uma civilização que buscou a expansão através da exploração, saques e violência. Porém, o conjunto de personagens fortes e carismáticos trazidos pela mais bem sucedida série do canal History é cativante. Vikings no faz enxergar a beleza de uma civilização cheia de sabedoria e mitologia e, principalmente, seguir um homem que acreditava que poderia vencer o mar e alcançar lugares que antes eram apenas especulações. Na terceira temporada, a batalha por Paris, uma das mais belas, fortes e sangrentas cenas de luta do ano, mostrou a capacidade bélica deste povo que, poderia ter dominado toda a Europa e mudado radicalmente o cenário que hoje conhecemos.

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Jessica Jones

Bêbada, ferrada de grana, boca suja e outros adjetivos são o tempero para a segunda série da parceira entre Marvel e Netflix. A heroína ímpar que trabalha como detetive particular para garantir o uísque de cada dia mostrou todo a força feminina do universo dos super heróis. Na primeira temporada, vemos Jessica Jones enfrentar seu arqui-inimigo, o Homem Púrpura e que transformam o que poderia ser mais um caso clássico de vilão apaixonado pela heroína, em um jogo de suspense e manipulação. Jessica conquista a simpatia do espectador exatamente pelo seu comportamento disfuncional, mas também pela sua causa. Livrar-se de um perigoso e poderoso stalker.

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Homeland

Todo mundo sabe que Homeland andou derrapando na terceira e parte da quarta temporada, mas a série mostrou que tem fôlego e bons redatores que sabem aproveitar o momento em que segurança nacional está em voga para criar um drama cheio de ação e suspense. A quinta temporada que iniciou com toda a cara de que seria a última, uma vez que todo o drama ao redor de Carrie parecia estar fechando um ciclo, foi recentemente renovada. Em uma temporada que ficou mais distante do modelo da série 24h que Homeland parece ter perseguido na turbulenta temporada anterior, Carrie tenta vida nova, mas percebe que suas más escolhas e decisões no passado vão sempre cobrá-la.

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The Americans

Esta foi a temporada que em que a premissa de The Americans foi testada à risca. Os espiões russos que vivem no subúrbio de uma metrópole americana bem que tentaram viver uma vida menos conturbada,  mas eles ainda têm o sangue em suas mãos que os perseguirá sempre. Com uma estética noir que remete aos remotos anos 80 bem no auge da Guerra Fria, dá à série um caráter de thriller envolvente e eletrizante, mesmo que dose bem os tiros, porrada e sangue, presentes nas séries do gênero. O FX acertou em mais esta produção, que está entre as melhores exibidas atualmente.

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Gotham

A série da FOX que mostra as origens do homem morcego aparou algumas arestas da primeira temporada e criou uma trama de conspiração e crimes envolvendo um novo vilão que, quase, conseguiu ofuscar o imbatível Pinguim. O protagonista Jim Gordon cada vez mais forte e experimentando ao máximo seu lado mais sombrio, o jovem Bruce mais crescido e com seus primeiros envolvimentos amorosos, a trama conseguiu criar tipos icônicos. Pontos negativos: a saída prematura de Jerome, que era o mais próximo de um Coringa que já chegamos e a ausência na primeira parte da temporada de Fish Mooney. No entanto, como faz de melhor trouxe a tona a personalidade perturbada de outro vilão clássico de Batman, o Charada. E o melhor: tem mais segunda temporada de Gotham em janeiro.

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Agent Carter

Poderíamos citar Agents of S.H.I.E.L.D nesta lista, mas preferimos destacar uma série estreante e que não fez feio. Apesar de um começo morno e o final corrido devido ao número pequeno de episódios, esta é uma das séries que só cresce, tanto nas tramas do roteiro como nas atuações de seu elenco.  Além da competente direção de arte e da trilha sonora, a série nos dá a interessante visão de um Universo Marvel do passado, sem os superpoderes e alienígenas invadindo a Terra. Com arcos curtos, a série completa seu plot e ainda se torna uma curiosa série de origens. Por exemplo, mostra Anton Vanko, pai do vilão Whiplash, vivido por Mickey Rourke em Homem de Ferro 2, traz de volta o Comando Selvagem (de Capitão América: O Primeiro Vingador) e introduz o vilão Dr. Faustus, das HQs do Capitão América. Também dosa as cenas de ação com drama e comédia e é uma das boas adaptações da Marvel fora da Netflix.

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Banshee

Mais violenta, mais diferente, mais complexa. Esta foi uma temporada de muitos “mais” em Banshee. A terceira temporada destaca os personagens coadjuvantes e busca aprofundar o passado das principais. Com um material primoroso, onde o centro do mal que há no mundo é a cidade de Banshee, a trama tem tudo para continuar crescendo e brindar o público com um grande epílogo em 2016.

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E aí, gostou da nossa lista?

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E você? incluiria alguma outra série de ação, suspense ou heróis na nossa lista?  Se faltou algum dos seus preferidos, acrescente nos comentários.

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