O silêncio na CBS é de dar calafrios, quando o assunto é Supergirl, a série que mostra a vida da prima do Superman. Ninguém quer se comprometer a respeito de uma segunda temporada para a série da heroína de minissaia.

Quando estreou em outubro do ano passado, a série prometia. A audiência foi colossal, superando 13 milhões de espectadores. Um recorde para a TV aberta naquele ano para uma série de ficção. E foi somente naquela segunda-feira que a alegria esfuziante tomou conta do canal. A partir dai, semana a semana, o público começou a se esvaziar como quem foge de kryptonita. Hoje, mal consegue chegar à metade do que alcançou na estreia e os custos de produção exorbitantes, na casa de USD 3 milhões por episódio, versus o baixo retorno já não fecham as contas.

Ainda assim, não se fala em cancelamento. Em pauta, atualmente, é considerado entregar a produção da série para a CW que já produz algumas séries de heróis focada no público juvenil, dentre elas, Arrow e The Flash, este último, seu maior sucesso de audiência. Os executivos das emissores acreditam que há sinergia forte entre a série e o público da CW, majoritariamente feminino e, que consegue realizar números similares ao que a CBS tem com Supergirl, gastando 1/3 disso.

O fato de a CW, que é TV a cabo e a CBS, que é TV aberta serem do mesmo grupo de comunicação, a Warner Bros .TV, facilitaria a migração, considerando que não haverian custos adicionais de licenciamento da marca.

Ainda não há confirmação da movimentação, mas já é quase unanimidade que ou é isso ou é cancelamento sumário.

[follow id=”tvexpert” count=”true” ]
lf4